Confirmou-se recentemente, pela segunda vez em dois anos, uma redução da área para o crescimento de produtos, como o milho, a aveia, a soja, o trigo, o sorgo, a cevada, o arroz, e o algodão. Em 2016 passarão a ser constituídos por uma área de 100,8 milhões de hectares, cerca de menos 1% do que foi declarado no ano anterior pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
“Preços mais baixos devem retirar do sistema produtivo áreas que haviam sido incorporadas com a valorização dos produtos até 2012 (…), ao mesmo tempo em que mudanças nas margens relativas realocarão a área restante entre culturas” disse o economista-chefe de USDA no discurso de abertura do Agricultural Outlook Forum”.

Dados revelam que cerca de 3,4 milhões de hectares deixaram de ser utilizados nos últimos dois anos.

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“Juntamente com o clima, mudanças nos preços e nos custos de produção até época de plantio irão determinar área plantada final” explicou o dirigente (Johansson) que neste momento a conjntura favorece o milho e o numero de hectare utilizados para o milho vai se estender por 36,42 milhões de hectares na próxima temporada.  que depois de três anos perdendo área para a soja deve recuperar parte do terreno perdido em 2016.

“Desde então, o dólar se fortaleceu em relação ao real e ao peso. A Argentina tomou medidas para ser mais competitiva nos mercados mundiais de commodities. Os preços do petróleo continuaram a enfraquecer, assim como os preços dos fertilizantes. A desaceleração da demanda da China tem reduzido o prêmio para o sorgo e as cotações do arroz se valorizaram, tornando o plantio mais atraente para os produtores” disse Johansson.

 Johansson reconhece que a apesar da crise econômica, que trouxe de volta a inflação e deve reduzir o Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, o câmbio deixa o país mais competitivo em relação aos EUA, em especial nas exportações de soja. Ele acredita que os embarques brasileiros de soja e milho devem crescer perto de 10% ao ano na próxima década.

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